“Existe um mal nesse mundo e não posso protegê-la dele”
— Malévola
Este fim de semana finalmente assisti Malévola e devo dizer que gostei bastante. Não que o filme seja uma obra prima, mas é um bom conto de fadas, com atuação e efeitos especiais bem competentes. Para quem não quiser saber de nenhum spoiler ou não quer ler o post todo, que ficou gigante, sugiro pular direto para a seção Considerações Finais.
O filme mostra a história de Malévola (jura?) desde antes do filme A Bela Adormecida. Ele começa com a jovem Malévola ainda criança, voando por aí e brincando com os Moors, seres mágicos que vivem na floresta separados dos humanos. Vale a pena mencionar: o mundo dos Moors é muito lindo, e o design deles também é muito legal. Claro, sendo um conto de fadas da Disney, o visual tinha que ser muito bem cuidado. Nesta primeira parte me ficou apenas uma dúvida, que talvez tenha sido explicado antes de eu entrar no cinema (entrei logo depois do filme ter começado, e perdi acho que uns 2 ou 3 minutos): QUEM DÁ O NOME DE MALÉVOLA A UMA FADA CRIANÇA? Sério, achei que ela tinha um nome qualquer, e que depois
É então que a pequena conhece Stefan, um garoto pobre que tinha o sonho de um dia morar no castelo. Ele dá uma amostra de bondade/gentileza ao realizar um ato muito pequeno, mas de enorme significado: ao descobrir que o ferro fere a fada (parece até trava língua), ele joga fora seu único bem, um anel de ferro. E é assim que ele ganha o coração dela, culminando em um beijo de amor verdadeiro (ou não).
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| Ele disse que era um beijo de amor verdadeiro. Mas não era pra ser. |
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